
Entre o solo e o PENTAGON: Kino revela o que muda ao estar no palco sozinho
Durante coletiva no Brasil, o integrante do PENTAGON falou sobre as diferenças entre trabalhar sozinho e dividir os palcos com o grupo, que se aproxima de uma década desde o debut.
Kino está vivendo uma fase em que duas partes importantes de sua carreira caminham lado a lado. Enquanto promove seus trabalhos individuais e passa pelo Brasil com a turnê Free Kino, o artista também acompanha a preparação do PENTAGON para um momento especial: os 10 anos de debut do grupo.
Durante uma coletiva de imprensa realizada no Brasil, Kino falou sobre as diferenças entre atuar como artista solo e trabalhar dentro do PENTAGON. Para ele, estar sozinho no palco traz uma dinâmica diferente daquela vivenciada ao lado dos integrantes com quem construiu sua trajetória no K-pop.
A passagem pelo país começou em São Paulo, no dia 14 de agosto, e seguiu para Teresina no dia 15. A agenda brasileira também inclui Brasília, ampliando o alcance da turnê Free Kino pelo país.
A experiência solo representa uma oportunidade para Kino mostrar outras facetas de sua identidade artística. Fora da dinâmica do grupo, o cantor pode assumir de maneira mais direta diferentes decisões relacionadas à sua música e às apresentações, enquanto no PENTAGON existe uma construção coletiva entre os integrantes.
Ao mesmo tempo em que encara esse momento individual, Kino também está prestes a celebrar uma marca importante com o PENTAGON. O grupo sul-coreano completa 10 anos desde seu debut em outubro de 2026, após estrear oficialmente em 2016.
Kino faz parte da formação do PENTAGON desde o início e participou de diferentes momentos da trajetória do grupo, além de construir paralelamente sua carreira como cantor, compositor, produtor e performer.
A proximidade do aniversário de uma década torna esse período ainda mais simbólico para o artista, que atualmente concilia sua identidade individual com a história construída ao lado do PENTAGON.
No Brasil, a turnê Free Kino marca mais uma oportunidade de Kino se aproximar diretamente do público e apresentar seu trabalho fora da dinâmica do grupo.
