Tribunal decide a favor do VIVIZ e trio conquista vitória importante contra agência

Eunha, SinB e Umji poderão seguir com atividades independentes enquanto disputa judicial contra a Big Planet Made continua.

O VIVIZ acaba de conquistar uma vitória significativa em sua batalha judicial contra a Big Planet Made. Em uma decisão que chamou atenção da indústria do entretenimento, o Tribunal Distrital Central de Seul concedeu uma liminar favorável às integrantes Eunha, SinB e Umji, permitindo que o trio atue de forma independente enquanto o processo principal segue em andamento.

A decisão foi divulgada em 5 de junho e suspende temporariamente os contratos exclusivos das artistas com a agência até que haja um veredito definitivo sobre o caso.

Com isso, as integrantes ficam livres para realizar atividades no entretenimento sem interferência da empresa. Além disso, a Big Planet Made está impedida de assinar contratos em nome das artistas sem consentimento, obrigá-las a participar de atividades ou tentar impedir que terceiros trabalhem com elas.

A disputa começou após o VIVIZ comunicar oficialmente a rescisão contratual em março. As integrantes alegaram problemas relacionados a pagamentos não realizados, falhas no suporte gerencial e uma quebra irreversível de confiança entre ambas as partes.

Segundo a decisão judicial, o tribunal entendeu que existiam indícios suficientes de irregularidades financeiras. Os documentos analisados apontaram que cada integrante teria valores superiores a 100 milhões de won pendentes de pagamento, levando a corte a concluir que a agência provavelmente não cumpriu adequadamente suas obrigações financeiras.

A Big Planet Made argumentou que dificuldades envolvendo questões externas, incluindo uma suposta tentativa de interferência na gestão da empresa e controvérsias relacionadas à presidência da agência, teriam afetado os pagamentos. No entanto, o tribunal considerou que esses fatores não possuíam relação direta com as integrantes do grupo e rejeitou a justificativa.

Outro ponto destacado pela corte foi a falta de documentação detalhada nos relatórios financeiros apresentados pela empresa. De acordo com a decisão, os registros continham apenas números gerais de receitas e despesas, sem materiais comprobatórios suficientes, como recibos e notas fiscais.

A equipe jurídica que representa o VIVIZ afirmou que a decisão acolheu integralmente os argumentos apresentados pelas artistas. Segundo os advogados, os valores mencionados na liminar representam apenas parte do montante total discutido no processo, e novas reivindicações deverão ser apresentadas na ação principal.

Eunha, SinB e Umji iniciaram sua trajetória como VIVIZ em 2022, após o encerramento das atividades do GFRIEND sob sua formação original. Desde então, o trio construiu uma identidade própria e lançou diversos projetos de sucesso.

Embora a disputa ainda esteja longe de uma conclusão definitiva, a decisão representa uma importante vitória temporária para as integrantes, que agora podem planejar seus próximos passos profissionais com mais liberdade enquanto aguardam os próximos capítulos do processo.

Fontes: Daum, SBS

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